31 de mar. de 2012

* Teste da Violência Obstétrica



Teste da Violência Obstétrica


Este é um teste informal de avaliação do atendimento recebido e de verificação da ocorrência de violência no parto. Para participar, basta responder todas as questões, escolhendo uma ou mais alternativas. Ao final, clique em SUBMIT para enviar o resultado. No dia 30 de abril, Dia Nacional da Mulher, vamos divulgar os resultados deste levantamento. Por favor, divulgue-o a outras mulheres. IMPORTANTE: O teste se refere a um parto de cada vez. Se você quiser relatar situações ocorridas em mais de um parto, responda mais de uma vez o teste. Gratas Mamíferas, Parto no Brasil, Cientista Que Virou Mãe - Apoio: Parto do Princípio
*Obrigatório














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* Os Mistérios Femininos e o Parto



Palavras da sábia parteira Shamanica Jane Hardwicke Collings para o Parto pelo Mundo.

Jane diz: “O parto não é um evento isolado,é um mapa que mostra tudo sobre a vida da mulher, suas crenças, seus medos. Eu acho sue não extiste falhas no parto, cada mulher tem o parto que ela deveria ter, para aprender o que ela tem que aprender, para ser levada ao próximo passo na jornada da sua vida. ”

Para saber mais sobre a Jane e seu lindo trabalho com mulheres : http://www.moonsong.com.au/

Os mistérios femininos e o Parto - Jane Hardwicke Collings 
(Legenda em Português)


30 de mar. de 2012

* Quer dizer que você quer parto normal?








Quando o assunto é parto, você diz “quero parto normal” ou “vou tentar normal” (e não se fala mais nisso)? Você acredita que, para ter parto normal, basta querer e torcer para que tudo dê certo? Você escolheu um médico do plano que se diz favorável ao parto normal, mas que diz “não se preocupe com isso, do parto cuido eu”?


Se você respondeu “sim” a qualquer uma dessas perguntas, você precisa ler este post. Se você conhece alguém que se encaixa nesse perfil, por favor,repasse o link para ela.



Eis os FATOS: se você vai ter seu filho na rede privada, a probabilidade de acabar numa cesárea se aproxima de 90%. Pense bem: quantas amigas suas começaram naquele quadro acima (“quero normal, meu médico diz que faz”) e terminaram numa cesárea? Não quero te desapontar (pelo contrário, quero ajudar!), mas a verdade é que parto normal não é para qualquer uma. É para quem pode – para quem pode correr atrás de informações confiáveis, pode encontrar a coragem para mudar de médico se o dela for cesarista, pode pagar um obstetra fora do plano ou optar pela rede pública se necessário, pode olhar para dentro e enfrentar seus demônios, pode peitar o marido, a mãe e o escambau. A boa notícia é que você pode ser uma mulher dessas.

Se você quer MESMO parto normal, seguem abaixo 7 dicas para aumentar as chances de ter o parto que você deseja e merece:

1. Informe-se

Parto normal no Brasil é exceção. Especialmente se você tem plano de saúde. Isso significa que você precisa estar ciente das possíveis armadilhas que fazem as mulheres caírem na cesárea, mesmo sem querer. Que armadilhas? Entre elas: os mitos sobre o parto, as falsas indicações de cesáreas, a realidade sociocultural e econômica (em que o normal é o parto cirúrgico), o sistema tecnocrático e voltado para lucros e a formação e a atitude da equipe que vai te acompanhar. Você não precisa mudar nada disso – se quiser tentar, ótimo! – mas não pode fingir que vive num mundo cor de rosa em que o médico vai deixar a natureza seguir seu curso, a equipe do hospital está lá pra te ajudar e o que quer que aconteça estava “escrito nas estrelas”. Acorde e deixe seus olhinhos bem abertos. Ou volte a acreditar em duendes (quer dizer, médicos bonzinhos) e depois não se surpreenda se acordar com uma bela de uma cicatriz na barriga.

2. Escolha um obstetra realmente favorável

A melhor forma de saber se o seu GO “faz” parto normal mesmo (quem faz é a mulher, mas já que essa é a expressão, estou adotando-a aqui, entre aspas) é através da indicação de mulheres que pariram com ele. Se isso não for possível, dê uma de detetive e procure pistas de que ele possa te induzir à cesárea. Fique atenta aos seguintes sinais: ele nunca desmarcou uma consulta (parto normal não tem hora marcada); no consultório, tem várias pacientes chegando para tirar pontos e meia dúzia de grávidas com a barriga do tamanho da sua (ou seja, não vai dar para esperar o trabalho de parto de todas elas); ele não gosta de falar sobre o parto e diz coisas como “deixa isso comigo”; ele é fã das táticas do medo (“o importante é a saúde do bebê”) e vive procurando pêlo em ovo (“temos que ficar de olho nesse líquido…”). Mesmo que ele seja muito querido, muito fofo e te conheça há anos, não se iluda: se ele faz cesárea em 90% dos casos, a sua chance de parir com ele é 1/10.

3. Procure apoio virtual e local

Quem nada contra a maré requer muito apoio e incentivo. Nada melhor que se juntar a pessoas que te entendem, já passaram por isso, e se empenham para ajudá-la a conseguir atingir o seu objetivo. Para isso, sugiro que você participe de listas virtuais como a PartoNosso do Yahoo Grupos, comunidades como a GPM – Gestação, Parto e Maternagem no Facebook e que procure também um grupo de apoio local, onde possa olhar nos olhos de outras mães, ouvir suas experiências e trocar recomendações. Aqui no Rio tem o Ishtar, grupo incrível, coordenado por gente maravilhosa e frequentado por mulheres de todos os tipos (inclusive euzinha). Também tem Ishtar em Belém, Sorocaba e Recife, e sei que São Paulo tem o Gama, BH tem o Bem Nascer e Curitiba tem o Espaço Aobä. E não devem ser os únicos. Procure por esses grupos, vá a um encontro (são gratuitos) e saiba que você não está sozinha.

4. Prepare sua cabeça (e o corpo também)

É preciso muito preparo psicológico para se manter firme num desejo que, lastimavelmente, é tão difícil de se realizar na atual conjuntura. É preciso coragem para dizer tchau para seu médico de anos na 37a semana e procurar um novo profissional; força (e paciência) para não ceder aos protestos da família e dos amigos que não entendem porque você não marca a cesárea como todo mundo; convicção para usar suas economias para bancar uma equipe realmente alinhada com seu plano de parir; fé para se permitir parir como manda a natureza. Minhas dicas: leia livros e relatos de parto positivos (fuja de programas de TV, de maneira geral) e faça terapia. Além da força psicológica e emocional, também é legal preparar o corpo para as posições e as sensações do parto (yoga para gestantes e massagem perineal são duas opções que vêm à mente). Mas não se iluda: a cabeça é muito mais importante que o corpo nesse processo de parir.

5. Seja sujeito

É muito cômodo (e perigoso) entrar no papel da “mãezinha” ou “gravidinha” (primas-irmãs da “princesinha”) e deixar que todas as decisões sejam tomadas por você: pelo médico, por sua mãe, pelo marido… Se você tem a intenção de parir, você precisa se recusar a ocupar esse lugar. Porque uma mulher que dá a luz é protagonista, e não um objeto ou um coadjuvante do processo. Ser sujeito significa, entre outras coisas, questionar, se examinar, refletir, sentir, escolher, rebolar (em ambos os sentidos), viajar para a partolândia e dar um belo de um FODA-SE pra todas aquelas pessoas que teimam em te julgar. Ser sujeito significa viver de acordo com a sua verdade e sentir na pele as suas escolhas, e não ser vítima das decisões de terceiros.

6. Contrate uma doula

Para quem não sabe o que é uma doula e qual a importância dela no parto, prometo um post longo e detalhado em breve. Por enquanto, vou ser econômica e dizer que a doula acompanha a gestante antes, durante e após o parto; sua função é servir de apoio e conforto. A doula não é profissional de saúde e nem faz parte da equipe médica: ela acompanha a mulher, oferecendo palavras de incentivo, um toque carinhoso e um porto seguro para a parturiente (e, muitas vezes, também para seu companheiro). Em suma, a doula é uma amiga que já viu muitas mulheres parindo. Por isso, é importante conversar muito com ela antes do parto, sentir-se bem com ela e criar um laço de afeto e confiança. Você pode achar que doula é modismo ou frescura, mas a história e as evidências mostram o contrário: doulas existem há milênios e sua presença na sala de parto diminui o índice de cesárea, analgesia e depressão pós-parto e aumenta a satisfação materna e o índice de amamentação (entre outros benefícios). Se você é carioca, visite a página do Núcleo Carioca de Doulas no Facebook para se conectar com profissionais da área.

7. Não saia correndo para o hospital

Pensei se deveria mesmo incluir esta última dica – obviamente, não quero ser culpada depois por uma leitora que teve seu filho no táxi! -, mas como não tem como negar que um dos fatores de cesárea é a impaciência dos médicos (a famosa desculpa “não teve dilatação”) optei por colocá-la. A não ser que esteja com uma equipe de parto humanizado, a melhor maneira de se proteger da cesárea intraparto é chegar ao hospital em trabalho de parto ativo, com mais de 7 cm de dilatação e, de preferência, dilatação total. Eu sei que é difícil se imaginar fazendo isso – “correndo esse risco” – mas é mais comum chegar cedo demais e sofrer um parto cheio de intervenções desagradáveis ou até mesmo uma cesárea do que acabar parindo a caminho da maternidade (apesar desses casos saírem mais na mídia!). Se você não tem plena confiança na equipe médica e sente que o médico pode acabar fazendo uma cesárea de última hora, essa é a dica que eu deixo para você (de preferência, siga também a dica número 6).

Por hoje é só. Boa sorte e boa hora para você! E depois passe aqui e conte sua experiência.




Fonte: http://amaequequeroser.wordpress.com/2012/03/29/quer-dizer-que-voce-quer-parto-normal/

19 de jan. de 2012

* Maternidade Consciente por Eleanor Luzes.




Para o desenvolvimento de uma afetividade saudável, é preciso debruçar-se sobre os achados da ciência pré e perinatal, não só para compreender como uma sociedade tão predatória se constituiu, mas, sobretudo, porque os achados desta ciência, uma vez ensinados aos adolescentes, possibilitarão à humanidade conhecer uma qualidade de vida drasticamente melhor.

Este trabalho teve, inicialmente, a intenção de ser um estudo baseado em um questionário de pesquisa que visava o levantamento das observações feitas por profissionais das áreas de obstetrícia, especialmente aqueles ligados à visão de parto humanizado, psicoterapeutas que trabalham com práticas de renascimento e outras linhas afins, os quais tivessem experiência sobre a questão avaliada, relacionando as particularidades existentes nas crianças nascidas com as seguintes condições:

a) Antes da concepção, os pais tinham alguma informação, seja científica ou espiritual, que os incentivaram a conceber de modo consciente, colocando a intenção de semear uma vida plenamente saudável em seu filho.

b) Sabendo da importância de uma gestação consciente sob estresse minorado, os pais tomaram cuidados dietéticos e participaram de atividades criativas para a melhor qualidade de vida da criança que estavam gerando.

c) Escolheram um parto humanizado, por julgarem isto melhor para seu filho.
d) A mãe amamentou durante, pelo menos, seis meses, pois entendia que isto seria melhor para seu bebê.

e) A mãe foi a pessoa que cuidou diretamente do filho, durante os primeiros três anos, por entender que sua presença era o fator mais importante para o desenvolvimento saudável de seu filho.








18 de jan. de 2012

* Nasceram duas!!! Mamãe Priscila e bebê Madalena.





Gratidão a tudo que me é dado pelo universo...Acredito muito nas coisas que devem
ser minhas...elas vem...acontecem...Sem que eu tenha que bater o pé...

Ontem as 4:30 recebi a ligação da Pri dizendo que estava com contrações fortes a
noite toda...E que estavam ficando cada vez mais fortes.

Instrui ela a contá-las durante 1 hora e me ligar...1 hora depois me ligou e elas não
estavam tão reguladas ainda, mas devido as dores intensas resolvemos que eu iria
para a casa dela...Desliguei o telefone e minha agonia começou...

Pri mora na Luz e eu na freguesia do ó...até aí normal...A questão é...estava sem dinheiro 

em casa...e as 5:30 teria que acordar algum parente para me emprestar.
Perderia mais tempo e não sabia ao certo se teria esse tempo, afinal a hora do rush
estava chegando...

O telefone toca...é o Emerson (marido/pai) me dizendo pra pegar um táxi que ele
pagaria a corrida...E eu disse que poderia descontar do valor que me pagariam.
Agonia deixada de lado...Corri pra avenida Inajar...Nenhum taxista me via...passaram 5 

e eu quase me jogando na frente...kkk...Quando o sinal para e nele um táxi lotado.

Perguntei pro taxista se ele teria um telefone de um taxista que pudesse me levar até
a Luz...e ele disse: - Entra, eu te deixo lá!
Sem entender se cobraria ou não eu entrei junto as mulheres e crianças que estavam
no carro...seguimos...Chegando do outro lado da rua que eu ficaria ele disse para eu
descer alí e atravessar a av...Eu sem entender pergunto sobre o valor...e ele diz que
era caminho pra eu não me preocupar...fiquei boba...Como Deus é bom!!!

Sobre o parto, prefiro que ela nos conte, mas  posso dizer que foi intenso, muito bonito.

Pri e Emerson sempre ligados...E após 7 horas de um TP intenso nasceu Madalena linda 
com seus grandes cachos negros e manchinha linda na perna...Pesando 3,150 e 48 cm.
Veio direto para o colo de Priscila, de onde só saiu 40 minutos depois para ser pesada e
cuidada sendo olhada pelo papai durante todo o exame...Mamou na 1 hora no seu tempo.
Tomou o 1° o banho 3 horas depois pelas mãos delicadas e amorosas do papai e da mamãe.


Chegou abençoada por Oxum que deu-lhe de presente uma chuva tranquila e aconchegante.



 

Parabéns aos papais e a família...Parabéns especial a Priscila que foi muito forte...bjs.

4 de jan. de 2012

* O parto é de quem o possui...Tome o seu nas mãos!!!

Ah se os médicos (das redes públicas ou não) soubessem o que é realmente preciso para ajudar.
Muitos traumas e abusos seriam evitados...Muitas vidas seriam salvas do medo, do trauma e do terror.
Ah se todas as mulheres pudessem ver...que fostes feita fêmea...Poderosa pra parir! EMPODERE-SE!!



Mulheres de verdade...Gemem, choram, sorriem e gritam seu grito de guerra.
Quem pensa que é horrível não sabe nada da entrega...Mulheres de verdade
ao fazerem amor... também gemem, choram, riem e gritam...Verdadeiras Mulheres!!!




Proximidade e Cuidado from Sérgio Borges on Vimeo.

๖๔΅˚◦.Minha Arte.◦˚΅๖๔