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31 de jan. de 2011

* MANIFESTO EM VERMELHO - Minha visão sobre o parto nos dias de hoje.





Começo frisando que através de meu ativismo, tento passar para as futuras mamães que vierem a ler esse manifesto por inteiro, que o parto pode sim ser um momento belo em sua vida, e que para seu bebê ele é muito importante para um começo de vida pleno cheio de amor, acalanto imediato e confiança instintiva.

Com ele não quero diminuir e muito menos agredir as convicções de nenhuma mulher/mãe, mas quero passar um pouco do sentimento que me permeia a alma referente ao nosso poder feminino gerador de vida.

Acrescento que neste manifesto não irá achar nenhum argumento científico, mas se abrir seu coração, irá sentir um pouco do que eu sinto dentro de mim desde o dia em que dei a luz instintivamente...)O(

Serei eternamente contra a cesariana eletiva sem necessidade, nem por isso acredito que esta mãe que optou em não parir seja "menas main" ou uma mãe pior que outra que pariu...SEMPRE SEREMOS MÃES!!!







Decorrendo uma gestação sem riscos reais, suponha-se que o desfecho óbvio da mesma seja naturalmente um parto, certo???

Porem no mundo de insegurança e obrigações demasiadas em que vivemos, a mulher teve de deixar de lado seus instintos de fêmea para assim poder se tornar mais igualada aos homens financeira e profissionalmente, devido a todo um contexto da atual necessidade humana no mundo dito moderno.
Sendo assim a mulher contemporânea passou a tomar (muitas vezes só) a frente da família, educando e mantendo de todas as formas a prole.

Vejo que ao longo dos tempos o parto vem sendo inutilizado por não se mostrar tão rápido e pratico para todos os envolvidos, principalmente para o Dr. Apressado.
Vendo por esse ângulo institucional, marcar uma data prévia para a retirada do bebê pode até parecer a melhor opção, em questão de organização e previsibilidade, fugindo assim das eventualidades e desconfortos vividos no fim da gestação e do parto.

Ter de esperar 42 semanas para ter o filho tão esperado nos braços, entrar em trabalho de parto a qualquer momento e ser pega de surpresa, sentir todo o processo natural de dilatação e por fim a expulsão do bebê pela vagina (Que convenhamos foi feita pra isso...rs) acaba soanda a muitas como antiquado e animalesco.

Sem lhes ocorrer que tudo isso é como deve ser, ou serão essas naturalidades tão ruins assim?
Será o Criador imperfeito a ponto de nos ter feito incapazes de realizar o papel no qual Ele nos destinou?
Não Creio!!! Enquanto imagem e semelhança de meus pais, eu também sou naturalmente perfeita...)O(

Com a Globalização o parto deixou de ser uma fisiologia e um patrimônio especifico de mulheres, para se tornar um evento médico dominado e friamente calculado por um certo Dr. Apressado, que com seu relógio de pulso e seus pensamentos convictos e céticos quanto a evolução natural de um parto, quer de todas as formas fazer com que aquilo acabe logo...Para o bem da mulher e do Bebê?! Ou para o bem dele próprio??

E me desculpem, mas médico como esses só existem por que mulheres que partilham desse pensamento dão total apoio a eles...E acham, ou acreditam cegamente neles, se sentindo incapazes de dar a Luz a seus filhos...
E através daquela velha história de falsas justificativas foram acabando com nosso poder de parir as crias, legando a eles, Doutores Que Estudaram Para Isso, nosso corpo e nosso papel mais sagrado.

E como se não fosse o suficiente, basta ficar grávida que outra fonte de medo irá fazer parte de sua rotina.

Aquelas histórias trágicas (Pois é claro que os partos belos nunca serão contados...rsrs) de partos mal-sucedidos, complicados, sofridos, que aconteciam vezes por uma complicação fisiológica ou até por uma má assistência na solução da mesma, eram usados pra nos convencer de que vamos certamente morrer de parto.
Isso bastou pra epidemia da cesariana eletiva ser vendida como uma forma de não sofrimento e até morte.

Volto a repetir, NÃO SOU CONTRA A CESARIANA BEM INDICADA, sendo que nesses casos, só nesses casos ela é muito bem vista, como uma forma de salvar vidas que precisam ser salvas...ponto...

E foi assim, que de mãe pra filha que essas histórias (uso história com H pois falo de passado real.) foram nos assombrando, nos podando, acabando com nosso poder feminino e com o domínio de nosso corpo e sexo.
Atenuando ainda mais o medo e a insegurança natural que rondam nosso pensamentos quanto ao desconhecido parto e todas as suas misteriosas sensações.

O grande problema da disseminação desses "causos" mórbidos sobre partos trágicos, é que para as mulheres mais inseguras, que foram educadas a acreditar que seus corpos são imaculados ao toque sexual, que seus sangues mensais são nojentos e que sua vagina não passará um bebê nunca, acreditam e passam a ter um total pavor de parto.

Sentem uma verdadeira fobia ao se imaginarem suadas, meladas de fluidos e nuas a gemer loucamente de uma "dor" até então desconhecida, que para elas irá rasga-lá por dentro e por fora, acabando ao final com sua intimidade na passagem de um ser humano por um lugar que elas acreditam ser desproporcional.

Enquanto que para outras mulheres essas histórias não causam nenhum terror, pois sabem e sentem que seus corpos, suas mentes e suas almas estão prontas a se partir e parir suas crias como deve ser.
Elas não são melhores que as que sentem pavor, são apenas seguras em relação a sua fisiologia feminina.

Essa diferença entre elas, é o fato de que as que escolheram esperar o parto, estarão seguras para cumprir com resignação essa obra maravilhosa de trazer a luz no tempo certo seus filhos. Confiando na providência de um mecanismo perfeito...Que eu tomo a liberdade de chamar de Todo...

Essas mulheres que quebraram a barreira do medo, sabem que a passagem do filho por suas vaginas não é meramente uma opção, e sim um grande rito de passagem, uma celebração mística e espiritual necessária para ambos, mãe e filho unidos de corpo e alma num mesmo propósito...O Nascimento e Renascimento.
Juntos, celebrando o fim de uma jornada para se iniciar outra ainda maior e tão bela quanto.

Para essas mulheres, o grande gozo da vida estará garantido...Eu ainda não vivi nenhum tão espiritual...)O(

Talvez esteja pensando: "Mas que mulher mais arrogante essa." por isso eu te digo de coração verdadeiro...
O que me intriga não é só o fato de uma mulher em perfeita condição preferir que abram seu corpo para a retirada prematura de seu filho do aconchego do seu ventre.

É principalmente saber da amplitude dessa castração do Dom  (não vejo outro nome...rs), vendo que apesar de as mulheres modernas terem se emancipado de seus "senhores", podendo votar, trabalhar e planejar sua familia, lutando fortemente dia a dia para continuar evoluindo e prosperando.
Ainda assim se acorrentam por opção, se colocando no papel de sexo frágil novamente, necessitando de mil apetrechos e aparatos, manobras e medicamentos para forçar e manipular uma situação que por si só acontecerá mais cedo ou mais tarde...Sempre no tempo certo de acontecer...

Acho triste ver essas mulheres fortes e decididas, que lutam e conquistam seus objetivos pessoais, se enganando ou sendo enganadas para que permitam que seus corpos e filhos sejam tão brutalmente agredidos.

Essa passagem pelo parto e pela vagina não é pra gritarmos orgulhosas ao mundo que parimos, é sim de suma importância para ambos, pelo simples fato de que é necessário ( AO MEU VER) passar por todo esse processo de angustia e superação de seus próprios limites, se expondo ao maravilhoso turbilhão de hormônios naturais que irão garantir ao bebê um pulmão devidamente saudável e um começo de vida tranquilo sendo recepcionado pelo aconchego do colo de sua mamãe...sentindo seu cheiro e beijos.

O que irá garantir também a nova mamãe uma descida de leite mais tranquila e prazerosa, ajudando no inicio da relação mãe e filho igualmente bela, evitando e muito uma possível depressão pós-parto ou baby blues.

E no fim dessa 1° viajem que é o parto, poder enfim vislumbrar a grandeza da obra Divina em constante evolução,  e ao mesmo tempo tão belamente primitiva e instintiva, de um ser pleno e totalmente capaz de obra igualmente sublime e grandiosa que é gestar uma vida nova, parir e manter viva através de si...

Penso (Eu comigo mesma...rs) que a mulher que não passa por esse processo de vivenciar plenamente a gestação e o parto, poderá se sentir confusa, insegura e desamparada, afinal o parto tem uma funcionalidade,  que é proporcionar um aprendizado imediato e instintivo de reconhecimento da cria e vice versa...
O que obviamente trará a mãe uma segurança fisica e emocional maior no desempenho de sua nova função.

É fato que uma mulher que se preparou durante a gestação, tanto para o parto quanto para a maternagem, terá possibilidade e bastante confiança em amparar seu recém nascido desde o primeiro segundo de vida.
Se sentirá apta em amamentar, manusear, cuidar, acalentar e até entender seu filhote em amplos sentidos.

Por consequência obvia, a mulher que pariu (seja natural, normal, em hospital, em casa de parto, em domicilio, com ou sem dor.) estará fisicamente disponível para atender seu bebê que acabou de nascer.
Ouvirá seus instintos com mais facilidade, sem tantas limitações no pós-parto, sabendo se manter mais tranquila mesmo em meio as crises de adaptação de seu pequeno ou até dela mesma...rs

Essa mulher que quis de coração conquistar seu parto, tentou de todas as formas, e mesmo as que por algum motivo não conseguiram terminar o parto via vaginal, foram transformadas e fortalecidas por ele.

Isso nunca irá dizer que somos melhores que as mães que não pariram seus filhos por opção, não é isso...
Somos igualmente mães de nossos amados filhos, desde o ventre até a eternidade...Então penso comigo.



Por que então não proporcionar o melhor a ele desde o começo? Deixando ele escolher o tempo de nascer.



Escrito por : Julia Luah mãe de Zion e Eloah. (como sempre,se for partilhar coloque o link por favor...rsrs)



1 de jan. de 2011

* O que significa DOULA?




A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.
Antigamente a parturiente era acompanhada durante todo o parto por mulheres mais experientes, suas mães, as irmãs mais velhas, vizinhas, geralmente mulheres que já tinham filhos e já haviam passado por aquilo. Depois do parto, durante as primeiras semanas de vida do bebê, estavam sempre na casa da mulher parida, cuidando dos afazeres domésticos, cozinhando, ajudando a cuidar das outras crianças.
Conforme o parto foi passando para a esfera médica e nossas famílias foram ficando cada vez menores, fomos perdendo o contato com as mulheres mais experientes. Dentro de hospitais e maternidades, a assistência passou para as mãos de uma equipe especializada: o médico obstetra, a enfermeira obstétrica, a auxiliar de enfermagem, o pediatra. Cada um com sua função bastante definida no cenário do parto.
O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.
O ambiente impessoal dos hospitais, a presença de grande número de pessoas desconhecidas em um momento tão íntimo da mulher, tende a fazer aumentar o medo, a dor e a ansiedade. Essas horas são de imensa importância emocional e afetiva, e a doula se encarregará de suprir essa demanda por emoção e afeto, que não cabe a nenhum outro profissional dentro do ambiente hospitalar.


O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.


A doula e o pai ou acompanhante
A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.
Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.


O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.



Vantagens de ter uma DOULA.
As pesquisas têm mostrado que a atuação da doula no parto pode:
diminuir em 50% as taxas de cesárea
diminuir em 20% a duração do trabalho de parto
diminuir em 60% os pedidos de anestesia
diminuir em 40% o uso da oxitocina
diminuir em 40% o uso de forceps. 

Embora esses números refiram-se a pesquisas no exterior, é muito provável que os números aqui sejam tão favoráveis quanto os acima mostrados.


Artigo de:
Ana Cris Duarte



Doulas no Mais Você

21 de dez. de 2010

* Parto natural é mais seguro



Chanson Innocent por Nathan Florence



Em meio à epidemia de cesarianas que enfrenta o Brasil, segundo palavras do próprio Ministro da Saúde José Gomes Temporão, a Organização Mundial de Saúde (OMS) acaba de divulgar um novo estudo sobre o risco desta opção cirúrgica, quando feita sem necessidade médica: os partos naturais são quase três vezes mais seguros para mães e bebês.

A pesquisa feita com 107 mil mulheres, todas da Ásia, identificou que quando a criança nasce por meio das cesáreas sem indicação por quesitos médicos, a mortalidade da mãe, a necessidade de fazer transfusão de sangue e o encaminhamento dos bebês após o nascimento para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) são 2,7 vezes com mais freqüentes.

O alerta foi feito com base em um índice alarmante: 27,3% das asiáticas avaliadas na pesquisa foram submetidas a cesarianas, taxa alta comparada aos 15% preconizados pela OMS, porém bem inferior ao índice encontrado entre as brasileiras. Do total de partos no País, 43% são cesáreas. Quando na conta entram apenas os procedimentos realizados em maternidades particulares, o registro sobe para 84%, informou ano passado a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).


Comissão do parto natural



 O índice é recordista mundial, afirma o Conselho Federal de Medicina (CFM) e, apesar dos esforços do governo para reduzir as taxas, o efeito foi inverso. O cenário é de aumento de cesarianas já que em 2000, 80% dos partos em unidades privadas em saúde eram deste tipo.
Em muitos casos, lamentam os especialistas, a escolha pela cesárea é por motivos banais. Data de aniversário no mesmo dia do que a mãe, agendas complicadas, mês ou signo preferidos já apareceram como justificativa. Ano passado foi noticiado que alguns casais marcaram a cesárea para o dia 09/09/09 só por causa do ineditismo da data.
A atriz e apresentadora Fernanda Lima foi escalada pelo Ministério da Saúde para tentar ajudar na mudança de quadro. Na época em que estava grávida de gêmeos, ela fez propaganda sobre a importância do parto natural. A causa também virou bandeira do CFM que criou no final do ano passado uma comissão especial para cuidar do assunto.
“Fizemos um fórum em novembro de 2009 e reunimos obstetras, pediatras e mulheres para tentar reverter o quadro, em uma parceria sugerida pela ANS”, afirmou o médico pediatra José Fernando Vinagre, coordenador da Comissão de Parto Natural do CFM. “Já sabemos que para a reversão dos índices precisamos que os hospitais tenham condições de oferecer excelência no atendimento e realização do parto natural. Por isso, este ano, começamos a visitar as maternidades por todo País e vamos fazer uma ampla pesquisa com os obstetras para identificar quais são as principais demandas e falhas atuais”, completou Vinagre. A pesquisa deve ser concluída em julho e a esperança do Conselho e traçar outro paradigma de maternidade.


9 horas contra 90 minutos


 Com relação aos médicos, a rotina atribulada de trabalho – mais de 70% atuam em dois ou mais empregos revelou censo feito pelo Conselho de Medicina de São Paulo – pode ser um dos motivos. É sabido que alguns trabalhos de parto chegam a durar nove horas e a maior parte das cesáreas podem ser feitas em uma hora e meia. Apesar disso, as vantagens do parto natural são incalculáveis, informa o Ministério da Saúde.
Estudos internacionais já demonstram que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas, antes do período normal de gestação (40 semanas), têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em conseqüência, acabam precisando de internação em unidades de cuidados intermediários ou mesmo em UTIs neonatais. Além disso, no parto cirúrgico há uma separação abrupta e precoce entre mãe e filho, num momento primordial para o estabelecimento de vínculo.


Males da mulher moderna


 Entender os motivos que fazem as mulheres priorizarem a cesariana também foi o foco de uma enquete realizada por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Eles acompanharam de perto 23 grávidas que acabaram fazendo cesárea. Ao perguntar a opinião delas sobre o aumento crescente de mulheres que fazem uma cesárea, o principal fator foi o medo das dores do parto e o desconhecimento das vantagens do parto normal. “Algumas mulheres do setor privado destacaram a possibilidade de programar o parto devido à vida agitada da mulher contemporânea, em vez de esperar pela imprevisibilidade do parto normal”, afirmam os pesquisadores nos Cadernos de Saúde Pública, veículo em que o estudo foi publicado.

Fernanda Aranda, iG São Paulo

15/01/2010 07:33

Link original da matéria
http://delas.ig.com.br/saudedamulher/parto+natural+e+tres+vezes+mais+seguro/n1237535613594.html
Link da foto
http://parirenatural.blogspot.com/2010/08/outros-limites.html

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